domingo, 29 de dezembro de 2013

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

videoA


Movimento  e som
que vêm com o  vento, traduzem
paz e alento

Lourdinha Vilela



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Vira-latas



A cerca era toda em arame farpado.
Várias carreiras listravam a visão.
Mesmo assim dois cãezinhos esguios
por ela entravam,
atraídos pelo cheiro
da comida no fogão.
E na hora em que família  reunia-se
na varanda pra almoçar,
sempre  pra eles sobrava,
Um pouco de tudo, pra festejar.
Hora o osso, de uma pobre galinha,
um pouco de angu de fubá,
água da poça, quando chovia,
mas se a barriga tava cheirinha
pra que reclamar.
Um dia uns homens vieram,
derrubaram da roça, a cerca
E os cãezinhos espiavam
Com carinha  de surpresa.
Agora seria mais fácil...
Nada de arame pra espetar.
Mas aí... chegaram tijolos
E mais homens, e mais pás.
 Uma imensa parede  crescia
Pra roça novamente cercar
Pobres cãezinhos agora
Se olhavam ,
Famintos  a pensar
Melhor procurar outra cerca
Por que comida
É pra comer
E não, só pra  cheirar.

Lú Vilela

Repostei para mostrar agora a FAMÍLIA CARRAPICHO



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Azul


A gentileza parece ser 
tão singela e sutil
mas tem a força do azul

Lu Vilela. 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Haicai



Flores no galho
Acolhem a luz matinal
Adeus orvalho



Bicho belisca
A natureza renasce...
o sol incita

Lourdinha vilela

sábado, 9 de novembro de 2013





Voo de canários...
Caem pétalas do Ipê
O chão sente pena

Lourdinha Vilela


.
 imagem é da Internet, desconheço o autor.

As primeiras três fotos,  eu fiz  de uma árvore que tenho lá em casa (na roça), não sei ao certo se é um Ipê, tenho dúvidas. Dizem que o Ipê tem uma variedade grande de espécies e cores. Se alguém souber me ajudar. Fico grata.




segunda-feira, 4 de novembro de 2013

FLORES DO CERRADO.

Movimento em pontos dourados
 Seria quem sabe, o reflexo do sol
Mas era ouro das flores. 
No tesouro do cerrado
Não sei ao certo se e estas flores são nativas do cerrado, ou se suas sementes se dispersaram de alguma residência próxima.  Elas me parecem muito familiares. 




O cerrado sempre me surpreende pela diversidade 








Esta está prestes a dispersar suas sementes.

A delicadeza me impressiona



Não resisti e trouxe algumas pra mim

Fotos. Lú Vilela

domingo, 3 de novembro de 2013

DA MINHA JANELA.


Há momentos em que a vida  parece  
 susurrar a paz.!




Um domingo de muita paz  à todos vocês..






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Abóboras.



Fotos Lourdinha Vilela.
As abóboreiras
bordam os seus ramos
na terra úmida
 Caule folha e flor.
Traçam caminhos
Retos, curvilíneos
 Partilham fruto e sabor

Lourdinha Vilela.


DOCE DE ABÓBORA.


ingredientes:

· 2 kg de abóbora cortada em cubos
· 1 xícara (chá) de água
· 4 xícaras (chá) de açúcar
· 2 xícaras (chá) de coco fresco ralado
· 1 colher (sobremesa) de cravo-da-índia

Modo de preparo:

Em uma panela grande, cozinhe a abóbora com a água e o cravo. Mexa de vez em quando com uma colher de pau, até a abóbora se desmanchar e o líquido evaporar. Acrescente o açúcar e deixe cozinhar por mais 20 minutos, mexendo sempre. Junte o coco ralado, misture e, sem parar de          mexer, cozinhe até o doce desprender do fundo da panela e ficar cremoso e brilhante. Sirva acompanhado de queijo fresco.

Eu adoro. mas ...Estou de dieta.
Já experimentei a receita, fica uma delícia.

Bjs A imagem do doce é da internet.










segunda-feira, 28 de outubro de 2013

NA ROÇA

Entrando em cena... 
Dona galinha e seus pintinhos.









Só aguardando o próximo capítulo.

Enquanto isso...Passarinhos curtem a liberdade.



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

AGONIA DAS ROSAS.

Imagem  da Internet


Suaves movimentos
saboreando o sol
Rosas e botão,
namorando o vento.

Rosa menina - Eu plantei!
do meu amor pelas rosas 
seu nome roubei

Sonho fecundo ao transformar
amor em adubo
e da terra esperar, 
o presente oriundo.

Agora o momento!
Tormento e vontade,
Rosa querendo 
o fruto do amor : rosa e botão
Impulso
crime e paixão

Rosa e  a tesoura, 
tesoura e a rosa,
tesoura e botão, 
Rosa correndo,
 o presente nas mãos,
sangue verde,
verde emoção.

E agora?
O vento e a roseira,
Como no adeus
Solidão.

Na mesa da sala
vaso em cristal
água fria, fria...
alimento final.

Rosa menina 
contempla...
Sem movimento,
Sem brilho do sol
namoro do vento.

Dias de dor
ritual,
pétalas caindo 
botões ambíguos
Terminal.

Lá fora...
Rosa e e a roseira,
O sol e o vento,
Espera e movimento
surge um botão.
 Da natureza, o perdão.

Lourdinha Vilela
(Importei do Expresso do Interior)





sábado, 19 de outubro de 2013

Garças.

A  festa vai começar

Os convidados  acabam de chegar

A garça é uma ave ciconiforme que habita áreas próximas a rios, lagos, praias marítimas, manguezais e estuários.
Vivem em regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes, exceto Antártida.
A maioria das espécies de garças possui penas brancas cobrindo todo corpo e pescoço longo.
Os bicos grandes das garças podem variar de cor dependendo da espécie. Porém, as cores de bicos mais comuns são amarela, marrom e preta.
Medem entre 70 e 85 cm de altura.
Pesam, em média, de 3 a 5 quilos de acordo com a espécie.
Alimenta-se basicamente de peixes, pequenos anfíbios, crustáceos e outras espécies de animais aquáticos de pequeno porte.
Existem várias gêneros de garças (aproximadamente 60), porém as mais conhecidas são: ardea alba (garça-branca-grande), bulbucos (garça-vaqueira), ardea cocoi (garça-moura), tigrisoma e zebrilus.
Tem hábitos solitários, porém vivem em bandos na época da reprodução.
Possuem hábitos diurnos, sendo que se recolhem nas copas de árvores altas no cair da tarde e a noite.
A fêmea costuma botar, em média, de 5 a 6 ovos.



Imagem da Internet.



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Árvores e pássaros.


Muito aprendemos sobre as árvores,  se observarmos os passarinhos...
Lourdinnha Vilela



-Reflexões de A. Buchmann-
...E as velhas árvores, testemunhas vivas das lutas de gerações de homens no seu incessante ir-e-vir, permanecem imóveis, cravadas no solo, presas pelas suas próprias raízes, dando guarida a andarilhos e viageiros e abrigando a passarada.

Em bosques repletos de cantos melodiosos, não sobra espaço para os maus sentimentos.

domingo, 13 de outubro de 2013

NATURAL -FAZ DE CONTA


Hoje quero falar do Stress das ruas


Do trânsito insuportável



Luz de farol


Da poluição sonora


 Cidades e a super população..


Com suas enchentes


Do concreto de arranha-céus..


Da solidão Urbana




Dos excessos na alimentação.


TUDO ISTO AO CONTRÁRIO


QUANDO A NATUREZA ABRE SEUS BRAÇOS
E DIZ;  NÃO!!!

Fotografia - Lú Vilela.