quarta-feira, 30 de agosto de 2017


Posso ser feliz,
se no meu caminho
encontro flores
e elas  me fazem entender
que a felicidade, se abre como um sol
no mês de agosto.
Amo ser feliz nas coisas simples, que doam de si
a beleza da paz verdadeira e me fazem crescer
e querer ser ao menos  um pequeno reflexo  dessa paz
que vem de Deus.






 Meu Ipê solar
Um poema que grita:
A Natureza salvar.
Cores da Terra

Fotos Lú Vilela
   

Esse Ipê, fica nos fundos  da minha casa lá em Minas Gerais.
Ele se encontra totalmente coberto  de flores;
Logo elas irão cair e deixar o chão colorido;
É uma passagem rápida, mas trouxe luz e muita alegria. 












terça-feira, 1 de agosto de 2017

Árvores

imagem da Internet.

                         Em minhas mãos                            
algumas folhas 
 desfalecem secas, 
emitem ruídos
até que virem pó.
Observo galhos pontiagudos
 e sós. 
Desnudos de beleza para alguns...

Porém eu, vejo 
 a beleza  no momento
e esse momento,
 é aquele em que me vem 
 a inspiração.
Bela árvore seca!
És como a mãe, que ao dar a luz,
se esvaziou  do belo, mas o tem em seus braços.
Logo estarás coberta de folhas 
e flores
Ciclos da tua gestação.

Lourdinha Vilela 
                                                                






quarta-feira, 10 de maio de 2017


Pairar sobre mansão rústica
e contemplar...
Vértices, verdes vértices
e ainda um  céu para voar.

Lourdinnha Vilela

segunda-feira, 8 de maio de 2017

terça-feira, 28 de março de 2017


                                                                    Acrílica S/Tela


Lourdinha Vilela

Dorme a
flor, sua beleza!
contida no verso
O poeta
de olhos abertos,
observando...
Espelhado riacho
que  corta o poema,
Sucinto.
 Lágrima,
 saudade
noturnas

Soturno.
Faminto
do abraço
laço do amor
que dorme
como a flor dorme
 sua beleza
sua cor.






quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

CONTRADIÇÃO

imagens daqui: http://meioambiente.culturamix.com/recursos-naturais/o-que-e-madeira-de-lei


CONTRADIÇÃO
Lourdinha Vilela

Para que não mais, sejam mutiladas,
Para que não chorem a própria seiva
a derramar,
Para que não sejam rebaixadas
à superfície do solo,
Para que ainda abriguem pássaros
e os sonhos de brincar,
Para que dancem  altivas,
mesmo que serenas,  ao toque do vento,
é que me  ponho  a rezar,
Genuflexa,
Sobre a fração nobre, moldada e estendida
de um jacarandá
www.suaveenatural.blogspot.com




JACARANDÁ
Árvore de porte médio, que atinge cerca de 15 metros. De copa rala, arredondada a irregular, folhagem delicada, é uma árvore decídua a semi-decídua. Seu caule, 30 a 40 cm de diâmetro, é um pouco retorcido, com casca clara e lisa quando jovem, que gradativamente vai se tornando áspera e escura com a idade. Suas folhas, que medem 40 cm de comprimento, são opostas e bipinadas, compostas por 25 a 30 pares de pequenos folíolos ovais delicados, de coloração verde-clara acinzentada, e se concentram na extremidade dos ramos. No inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, que dão lugar às flores na primavera. Suas flores são duráveis, perfumadas e grandes, de coloração azul ou arroxeada, em forma de trompete e arranjadas em inflorescências do tipo panícula. A floração se estende por toda a primavera e início do verão. Os frutos surgem no outono, são lenhosos, deiscentes e contém numerosas e pequenas sementes. O fruto é cápsula lenhosa, muito dura, oval, achatada, com numerosas sementes.

Nativa da Argentina, Peru e Sul do Brasil.
Espécie pioneira, ocorre nos estados de São Paulo e Minas Gerais, nas formações florestais do Complexo Atlântico, como nos brejos de  altitude do Nordeste do país . Pode ocorrer também em formações de cerrado, também na região Nordeste.
Fonte Wikipédia


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

video


Apesar  da imagem denunciar a escassez das chuvas, na exposição dos galhos que nesta época do ano deveriam  encontrar-se submersos, eu quis explorar a beleza do por do sol que atenuou a triste paisagem e desolação nessa lagoa em Minas Gerais.