sábado, 9 de novembro de 2013





Voo de canários...
Caem pétalas do Ipê
O chão sente pena

Lourdinha Vilela


.
 imagem é da Internet, desconheço o autor.

As primeiras três fotos,  eu fiz  de uma árvore que tenho lá em casa (na roça), não sei ao certo se é um Ipê, tenho dúvidas. Dizem que o Ipê tem uma variedade grande de espécies e cores. Se alguém souber me ajudar. Fico grata.




segunda-feira, 4 de novembro de 2013

FLORES DO CERRADO.

Movimento em pontos dourados
 Seria quem sabe, o reflexo do sol
Mas era ouro das flores. 
No tesouro do cerrado
Não sei ao certo se e estas flores são nativas do cerrado, ou se suas sementes se dispersaram de alguma residência próxima.  Elas me parecem muito familiares. 




O cerrado sempre me surpreende pela diversidade 








Esta está prestes a dispersar suas sementes.

A delicadeza me impressiona



Não resisti e trouxe algumas pra mim

Fotos. Lú Vilela

domingo, 3 de novembro de 2013

DA MINHA JANELA.


Há momentos em que a vida  parece  
 susurrar a paz.!




Um domingo de muita paz  à todos vocês..






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Abóboras.



Fotos Lourdinha Vilela.
As abóboreiras
bordam os seus ramos
na terra úmida
 Caule folha e flor.
Traçam caminhos
Retos, curvilíneos
 Partilham fruto e sabor

Lourdinha Vilela.


DOCE DE ABÓBORA.


ingredientes:

· 2 kg de abóbora cortada em cubos
· 1 xícara (chá) de água
· 4 xícaras (chá) de açúcar
· 2 xícaras (chá) de coco fresco ralado
· 1 colher (sobremesa) de cravo-da-índia

Modo de preparo:

Em uma panela grande, cozinhe a abóbora com a água e o cravo. Mexa de vez em quando com uma colher de pau, até a abóbora se desmanchar e o líquido evaporar. Acrescente o açúcar e deixe cozinhar por mais 20 minutos, mexendo sempre. Junte o coco ralado, misture e, sem parar de          mexer, cozinhe até o doce desprender do fundo da panela e ficar cremoso e brilhante. Sirva acompanhado de queijo fresco.

Eu adoro. mas ...Estou de dieta.
Já experimentei a receita, fica uma delícia.

Bjs A imagem do doce é da internet.










segunda-feira, 28 de outubro de 2013

NA ROÇA

Entrando em cena... 
Dona galinha e seus pintinhos.









Só aguardando o próximo capítulo.

Enquanto isso...Passarinhos curtem a liberdade.



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

AGONIA DAS ROSAS.

Imagem  da Internet


Suaves movimentos
saboreando o sol
Rosas e botão,
namorando o vento.

Rosa menina - Eu plantei!
do meu amor pelas rosas 
seu nome roubei

Sonho fecundo ao transformar
amor em adubo
e da terra esperar, 
o presente oriundo.

Agora o momento!
Tormento e vontade,
Rosa querendo 
o fruto do amor : rosa e botão
Impulso
crime e paixão

Rosa e  a tesoura, 
tesoura e a rosa,
tesoura e botão, 
Rosa correndo,
 o presente nas mãos,
sangue verde,
verde emoção.

E agora?
O vento e a roseira,
Como no adeus
Solidão.

Na mesa da sala
vaso em cristal
água fria, fria...
alimento final.

Rosa menina 
contempla...
Sem movimento,
Sem brilho do sol
namoro do vento.

Dias de dor
ritual,
pétalas caindo 
botões ambíguos
Terminal.

Lá fora...
Rosa e e a roseira,
O sol e o vento,
Espera e movimento
surge um botão.
 Da natureza, o perdão.

Lourdinha Vilela
(Importei do Expresso do Interior)





sábado, 19 de outubro de 2013

Garças.

A  festa vai começar

Os convidados  acabam de chegar

A garça é uma ave ciconiforme que habita áreas próximas a rios, lagos, praias marítimas, manguezais e estuários.
Vivem em regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes, exceto Antártida.
A maioria das espécies de garças possui penas brancas cobrindo todo corpo e pescoço longo.
Os bicos grandes das garças podem variar de cor dependendo da espécie. Porém, as cores de bicos mais comuns são amarela, marrom e preta.
Medem entre 70 e 85 cm de altura.
Pesam, em média, de 3 a 5 quilos de acordo com a espécie.
Alimenta-se basicamente de peixes, pequenos anfíbios, crustáceos e outras espécies de animais aquáticos de pequeno porte.
Existem várias gêneros de garças (aproximadamente 60), porém as mais conhecidas são: ardea alba (garça-branca-grande), bulbucos (garça-vaqueira), ardea cocoi (garça-moura), tigrisoma e zebrilus.
Tem hábitos solitários, porém vivem em bandos na época da reprodução.
Possuem hábitos diurnos, sendo que se recolhem nas copas de árvores altas no cair da tarde e a noite.
A fêmea costuma botar, em média, de 5 a 6 ovos.



Imagem da Internet.